luis's profilePescas & CompanhiaPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
Pescas & CompanhiaA familia ,o mar , a pesca, os amigos, bastam-me para ser o homem mais rico do mundo. |
|||||
|
May 27 Fórum Pesca DesportivaCom um novo visual, o Fórum dos Amarelos continua a crescer.
Neste fórum fica a conhecer em detalhe o Grupo Desportivo Os Amarelos e todos os Clubes que participam no Campeonato Nacional de Pesca Desportiva de Alto Mar em Barco Ancorado, alêm de sorteios e classificações, a ainda participar neste espaço de partilha de conhecimentos.
December 23 Daiwa Tournment 5000 Iso e Daiwa Saltiga Z4500HPois é, o Pai Natal este ano foi generoso e ofereceu-me mais um Daiwa para juntar ao que já tinha
Daiwa 5000 Tournment Iso
· Corpo e Rotor em "Air Metal" e Magnésio · Bobine em Alumínio Forjado · 7 Rolamentos - 4 com Tratamento Anti-Corrosão CRBB · Enrolamento "Double Oscillation" · Centragem Automática da "Asa de Cesto" · Sistema ABS, Twuist Buster®, Gyro Spin · Roda de Coroa em Duro-Alumínio · Sistema de Guarda de Linha, Para evitar enrolamentos do Fio Sob a Bobine · Sistema de Prisão da Asa do Cesto, Para evitar Fechos Acidentais no Lançamento · Bobine de Alumínio Suplementar · Embraiagem "Quick Drag" com Regulação Ultra-Rápida · Anti-Retorno Duplo Infinito e Mecânico · Manivela Forjada em Alumínio · Recuperação: 83 cm por Volta de Manivela · Peso 540 g · Capacidade - 430 m de 0,35 mm · Freio - 15 Kg · Relação de recolhimento 4.1.1
Daiwa Saltiga Z4500H DIGIGEAR- Coroa feita em liga inoxidável e de bronze, projetado e confeccionado digitalmente, dando mais resistência e forca na hora de girar o seu molinete SALTIGA-Z. Visão da coroa com a trava do anti-reverso duplo, fixado por 6 parafusos. Carretel em alumínio com fricção ZERO. sistema de alto ajuste, proporcionando uma micro regulagem que não permite a liberação da linha. O sistema de alça inoxidável tubular ultra-liso permite que a linha PE deslize sobre o arco indo directo para o rolete. Mesmo durante o trabalho de iscas Jumpings não prejudica a acção da pesca, o rolete é dotado do sistema TWISTER BUSTER® que reduz consideravelmente a torção da linha. · 14 rolamentos · capacidade para 300 metros de linha PE 4 . · Relação de recolhimento 5.7.1 · Peso: 570 gramas. February 02 Escolher e armazenar peixeESCOLHER E ARMAZENAR PEIXE
Peixe e marisco comem-se melhor quando são realmente frescos, ou seja, vindos directamente da água ou dentro de dois ou três dias depois de serem apanhados. Estes alimentos, são extremamente deterioráveis. A refrigeração abranda a deterioração e assim sendo, devido ao seu curto prazo de armazenamento, muitos peixes são limpos ou cortados em filetes e refrigerados ou congelados a bordo dos pesqueiros. Este processo ajuda a manter o peixe nas melhores condições. FRESCURA Os olhos devem ter um aspecto brilhante, cheio e límpido e não afundados, turvos e secos. As guelras por baixo das abas de ambos os lados da cabeça devem ter um aspecto brilhante e serem cor-de-rosa ou vermelhas e não cinzentas ou verdes-escuras e viscosas. O corpo deve ser arredondado, rijo e firme e as escamas bem presas e não devem estar soltas. A pele deve estar lustrosa, de coloração brilhante e húmida e não desbotada e baça. A carne deve ser firme e elástica, devendo voltar ao sítio depois de pressionada com o dedo e não deixar marca. A carne dos filetes e dos bifes deve ter o aspecto de ter sido acabada de cortar e húmida com uma textura firme e não seca e sem cor. Deve ter um cheiro fresco, ligeiramente a maresia e não cheirar demasiado a peixe e a amoníaco. A casca do marisco deve estar intacta e mexilhões, amêijoas e ostras devem fechar-se bem quando tocadas. As caudas dos camarões e das gambas devem enrolar-se por debaixo deles. Escolha as sapateiras por peso e não pelo tamanho. Agite a sapateira e rejeite-a se esta soltar alguma água do interior. Peixe congelado deve estar congelado duro sem sinais de descongelação parcial e envolvido numa embalagem intacta. ARMAZENAMENTO Assim que tiver comprado (só para alguns) o peixe e o tiver levado para casa, desembrulhe-o imediatamente, coloque-o num prato, cubra-o e guarde-o na parte inferior do frigorífico. O marisco deve ser colocado numa caixa, coberto com um pano húmido e guardado no frigorífico. Se possível deve ser consumido no dia da compra, caso contrário nas 24 horas seguintes. Se tiver de guardar peixe fresco durante mais do que 24 horas, a melhor opção é congelá-lo. Peixe de carne firme é mais apropriado para ser congelado do que peixe de carne menos firme, visto manter a sua textura durante o processo. Congele no dia da compra e descongele de um dia para o outro no frigorífico. TEMPO DE CONGELAÇÃO De um ponto de vista de segurança, uma vez que o peixe esteja no congelador pode ser guardado para sempre desde que a temperatura se mantenha a -18ºC. Porém do ponto de vista do valor nutritivo, do sabor, da textura e da cor, peixes brancos mantêm-se em melhores condições até três meses e peixes gordos até dois meses. January 22 NutriçãoNUTRIÇÃO
BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE A gordura encontrada nos peixes gordos contém quantidades elevadas de gorduras polinsaturadas essenciais chamadas ácidos gordos ómega-3, que são importantes para a saúde porque não podem ser produzidos pelo organismo. Algumas pesquisas sugerem que estes ácidos gordos reduzem a absorção de colesterol e ajudam a diminuir os níveis de colesterol no sangue o que impede a obstrução das artérias e evita doenças coronárias. Mesmo pessoas que já tenham sofrido um ataque cardíaco são aconselhadas a aumentar o consumo de peixes gordos para ajudar a prevenir outro ataque. Existem alguns indícios de que esses ácidos gordos ómega-3 ajudam a prevenir alguns tipos de cancro, como o da mama, da próstata e do cólon, reduzindo ainda a inflamação da artrite reumatóide e melhoram a actividade cerebral. Estes ácidos gordos importantes encontram-se quase exclusivamente nos peixes gordos. PEIXES RICOS EM ÁCIDOS GORDOS ÓMEGA – 3 Incluem o salmonete, a perca, o alabote, o arenque, o kipper, a sardinha, a petinga, a barracuda, a cavala, o dourado-de-mar-alto, a enguia, o espadarte, o salmão, a truta, as vieiras e o atum, mas apenas se forem frescos, pois a embalagem destrói o ómega-3.
NÍVEIS DE MERCÚRIO Os níveis de mercúrio, que se encontram na água proveniente de fontes naturais e de poluição industrial, são mais elevados nos peixes gordos e grandes que vivem mais, como a cavala, o atum, o espadarte, o tubarão e o merlim. Para a maioria das pessoas os níveis são tão diminutos que não representam motivo de preocupação. No entanto as mulheres grávidas, as mães que estão a amamentar e as crianças com menos de 16 anos não devem comer estes tipos de peixe, pois os níveis de mercúrio podem ser prejudiciais para o desenvolvimento do bebé e da criança. Peixes gordos como o arenque, a sardinha, a petinga, a truta ou o salmão são seguros para serem comidos.
TOXINAS NO PEIXE Apesar da ocorrência de intoxicações alimentares ser muito rara, alguns peixes de águas tropicais alimentam-se de uma toxina, tornando-se por sua vez tóxicos se comidos por outros peixes. Peixes que são particularmente vulneráveis incluem a barracuda, o esturjão, a moreia e algumas douradas e garoupas. Com o passar do tempo as toxinas acumulam-se no fígado desses peixes, se sentir uma forte dor de cabeça, um formigueiro, irritação ou erupção na pele, fraqueza ou enjoo, procure ajuda médica. Peixe como AlimentoPEIXE COMO ALIMENTO
O peixe não existe apenas em todas as formas e feitios como também está à venda inteiro, em filetes às postas, sem espinhas, sem pele e enlatado. A escolha parece quase infinita e acima de tudo está disponível durante todo o ano. A variedade de peixes e de pratos de peixe pode por vezes parecer assustadora ou até desmotivante. No entanto, existem razões excelentes para aprender mais sobre a preparação de peixe. Em primeiro lugar o peixe faz bem ao corpo e à alma, dos pés à cabeça. Possui elevados teores de proteínas, vitaminas e minerais e é pobre em gordura saturada. É o suplemento perfeito para a nossa alimentação, mantendo o nosso cabelo, pele, olhos, dentes e ossos em boas condições. Diversas pesquisas demonstraram igualmente que uma alimentação que contém peixes ricos em óleo ajuda a manter um coração saudável e ajuda o desempenho do nosso cérebro, o que leva a uma vida longa e saudável. Além de fazer bem, o peixe é bom de comer, A variedade imensa de receitas do mundo inteiro demonstra a abundância e a popularidade do peixe como base de uma refeição saborosa para a família inteira. Escolher e cozinhar peixe pode ser simples ou complicado. Mas para aqueles que acharem difícil saber por onde começar, a ajuda encontra-se a caminho. A bíblia do peixe e do marisco. COMIDA PARA A MENTE Alguns investigadores alegaram que comer peixe gordo pode aumentar o nosso poder cerebral e diminuir o risco de demência, depressão e memória fraca. Uma quantidade de apenas 140 gr ou duas quantidades mais pequenas de peixe gordo proporcionam a dose semanal.
MAR DE ROMANCE Apesar de ser desde há muito considerado um mito de que as ostras são um afrodisíaco, é verdade que o marisco, e sobretudo as ostras, contêm níveis elevados de zinco, um mineral importante para a fertilidade masculina e boa saúde. January 03 Jardins OceânicosJardins Oceânicos
A FONTE BÁSICA DE ALIMENTO no oceano aberto é o fitoplâncton: nuvens de organismos vegetais microscópicos à deriva. Tal como as plantas da terra, usam a energia do sol para misturar dióxido de carbono com água e formar hidratos de carbono através da fotossíntese. O fotoplâncton consegue comida a partir do ar e da água; é ingerida por pequenos organismos animais à deriva chamados zooplâncton, e ambos são devorados por cardumes de peixes e outros animais que se alimentam de plâncton. Predadores como os atuns caçam peixes pequenos e são por sua vez comidos por grandes predadores como os tubarões, mas a sobrevivência de todos estes animais dependem em último grau, do fitoplâncton. FITOPLÂNCTON As nuvens de fitoplâncton são constituídas por organismos unicelulares minúsculos. Necessitam da luz para fabricar alimento e estão por isso confinadas às zonas iluminadas. Para formar o seu corpo, o fitoplâncton precisa também de nitratos, fosfatos e outros nutrientes vegetais, os quais jazem no leito do mar mas são dissolvidos na água pelas correntes oceânicas. MARES INFÉRTEIS Nos oceanos tropicais o sol aquece a superfície da água e fá-la expandir e pesar menos. Esta água morna e mais quente corre por cima da mais fria e pesada, e não se misturam, o que impede os nutrientes do leito alcançar a superfície iluminada. Isto significa que há pouco fitoplâncton na maioria dos oceanos profundos, e a água é cristalina. MARES RICOS Se as águas de superfície não contiverem suficientes nutrientes vegetais, o fitoplâncton não prospera. Os nutrientes vêm de terra ou dos restos de seres vivos, mas nos oceanos profundos assentam no leito, longe da zona iluminada. Nas zonas costeiras menos profundas os nutrientes armazenados no leito atingem a superfície mais facilmente, e estes mares são frequentemente verdes porque contêm muita vida microscópica. OÁSIS DE CORAL A água dos oceanos tropicais contém normalmente pouco fitoplâncton, sendo por isso cristalina, mas os recifes de coral contêm microrganismos que também utilizam a luz do sol para fazer produzir alimento, são estes organismos que suportam a variedade de vida selvagem dos recifes de coral, que são como oásis submarinos nos desertos oceânicos azuis. ZONAS EM EXPANSÃO Em alguns locais, correntes fortes impelidas pelo vento arrastam água profunda fria e rica em nutrientes para a superfície. Os nutrientes sustentam o crescimento do fitoplâncton providenciando comida para as massas de zooplâncton e peixes. Estas zonas em expansão ocorrem junto à Arábia e ao longo das costas ocidentais da África, América do Sul e do Norte. Zonas equatoriais semelhantes ocorrem no Atlântico e no Pacífico. January 02 Marés, Ventos e OndasMar, Ventos e Ondas
Marés A GRAVIDADE MANTÉM A ÁGUA DOS OCEANOS NO PLANETA, mas esta é também atraída pela gravidade da lua e pelo Sol. Este efeito, conjugado com a rotação da Terra, provoca marés ascendentes e descendentes. A amplitude entre a maré-alta e a baixa varia de acordo com a natureza do mar e da costa. Alguns locais têm enormes amplitudes de marés, enquanto outros como o Mediterrâneo quase não têm marés. Quando o nível da água sobe ou desce, esta também entra e sai de enseadas e ao longo de costas, o que pode causar perigos à navegação, tais como correntes e remoinhos. Ventos e Ondas O AR QUENTE sobre os Oceanos tropicais sobe e desloca-se para os pólos. Arrefece nos subtrópicos e volta ao equador. À medida que o ar se desloca, a rotação da Terra fá-lo desviar-se da rota, criando os ventos alísios tropicais. Os mesmos efeitos provocam ventos predominantes mais fortes nas regiões mais frias, desencadeando grandes ondas. As células de ventos predominantes estão divididas por zonas calmas que eram temidas por marinheiros na época da navegação à vela pois os barcos podiam ficar imobilizados durante semanas. O calor dos trópicos pode provocar tempestades oceânicas que se podem tornar furacões. VENTOS PREDOMINANTES Os ventos predominantes fiáveis sopram sobre vastos oceanos, onde não existe terra que altere o seu padrão. Os ventos alísios nas zonas tropicais a norte sopram a partir de nordeste, enquanto no sul o fazem a partir de sudeste. Os oceanos mais frios são varridos por ventos de oeste, enquanto nas regiões polares o vento é polar leste. Ondas O vento que sopra sobre o oceano arrasta a sua superfície e provoca ondas. Estas podem começar como pequena ondulação, mas podem crescer até grande altura se o vento for forte, e a onda pode viajar uma longa distância. As ondas maiores surgem nos oceanos mais largos e ventosos como o Austral mas o Queen Elizabeth II deparou com uma onda de 30 m ao largo da costa da Terra Nova, no oceano Atlântico, durante o furacão Luís, em 1995. Furacões Nos trópicos, o processo que forma nuvens de tempestade é intensificado, originando tempestades violentas conhecidas por furacões. Nuvens enormes e espirais altas de vento giram à volta de um “olho” calmo no centro, causando chuvas torrenciais e enormes tempestades de mar que podem alagar cidades costeiras.
Tempo Oceânico O sol aquece a superfície do oceano transforma a água em vapor, fazendo-a subir para a atmosfera. Ao subir, arrefece e condensa-se em nuvens, o que liberta energia que aquece o ar e faz a nuvem elevar-se e condensar mais água. Este processo pode originar enormes nuvens de tempestade e criar ciclones que trazem tempo chuvoso e ventoso às regiões mais fresca. Preservação dos OceanosPreservação dos Oceanos
Vivem hoje cerda 6,5 mil milhões de pessoas no planeta. Usamos de tal forma os seus recursos e provocamos tanta poluição, que a saúde dos oceanos corre sério perigo. Muitas populações de peixes foram varridas pela pesca excessiva e algumas espécies podem em breve extinguir-se. Outras formas de vida marinha estão a ser envenenadas por químicos e petróleo na água, apanhadas em equipamento de pesca ou mortas por lixo depositado no mar. Os Habitats costeiros estão a ser destruídos, e os recifes de coral morrem à medida que a água aquece devido às alterações climáticas. Temos de parar e tentar reparar os danos antes que seja demasiada tarde. Armadilhas Mortíferas
Milhares de aves marinhas são mortas todos os anos por redes com milhares de anzóis com isco. As aves tentam apanhar o isco quando as redes são lançadas, mas ficam presas e são arrastadas para debaixo de água. Outros animais como golfinhos, focas e tartarugas ficam frequentemente presos nas redes de pesca e afogam-se antes de poderem ser libertos. Há leis para que tal não aconteça, mas muitas frotas ignoram-nas. Poluição De tempos a tempos um grande derrame faz os títulos dos jornais, mas a maioria da poluição marinha é menos dramática, embora igualmente prejudicial. Muitas regiões costeiras sofrem com inundações de lama que turvam a água, e também com poluição aquática provocada por esgotos e fertilizantes. Praias de todo o mundo estão cobertas de lixo, que pode ser mortal para os animais que o comem ou ficam presos nele. Desenvolvimento Costeiro
Em muitas zonas que atraem turistas, faixas completas de costa são transformadas em complexos turísticos com hotéis de muitos andares, marinas e paredões marítimos de betão. Os esgotos por tratar destes complexos são muitas vezes despejados directamente no mar, poluindo a água e contaminando as praias. Habitats costeiros como os mangais estão a ser destruídos para dar lugar a edifícios, e isto pode prejudicar outros habitats como os recifes de coral. Assim, no final os empreendedores acabam por destruir precisamente as coisas que atraíram inicialmente os turistas.
Reservas Marinhas Muitos dos problemas que afectam os oceanos podiam ser resolvidos através da preservação. Em alguns locais, áreas de mar foram consideradas reservas marinhas, nas quais a pesca e outras actividades são proibidas. Isto permite à vida selvagem recuperar e recolonizar outras áreas. A preservação pode até reduzir o impacto do aumento da temperatura do mar, eliminando as tensões que podem transformar um problema numa crise. Podíamos fazer muito para remediar os danos que causamos, e nunca é demasiado tarde para começar.
Aquecimento Global Uma das maiores ameaças à vida selvagem oceânica é o aumento da temperatura das águas. No Atlântico Norte, está a alterar a distribuição do plâncton ingerido por pequenos peixes, e colónias de aves marinhas estão a sucumbir porque as aves não conseguem encontrar peixe suficiente para alimentar as crias. Nos trópicos, os corais estão a sofrer com as águas anormalmente mornas que matam os micróbios dos quais dependem para se alimentarem. Alguns cientistas calculam que cerca de 70 por cento dos recifes de coral do mundo podem já estar mortos ou a morrer. January 01 Explorar os OceanosExplorar os Oceanos
Durante Séculos, as pessoas têm pescado e viajado em barcos através dos oceanos. Estes foram também colhidos em busca de uma fabulosa variedade de produtos como o sal, esponjas naturais, pele de tubarão, pérolas, e até mesmo o corante púrpura foi em tempos extraído de certos vermes marinhos. Mais recentemente, o oceano tornou-se numa importante fonte de petróleo, gás natural e minerais. Nos países secos, fábricas de dessalinização retiram o sal da água do mar para que possa ser usada para beber e irrigar. No entanto, um dos bens mais preciosos do oceano é a sua beleza, que atrai turistas aos milhões para muitas estâncias balneares junto à costa. Rotas Comercias O mar é usado desde tempos pré-históricos para transportar artigos comerciais. No início, os comerciantes mantinham-se junto à costa, mas à medida que os navios se tornaram mais resistentes e a arte de navegar melhorou, começaram a cruzar os oceanos. Hoje, algumas mercadorias são transportadas pelo ar, mas os navios continuam a ser o meio mais eficaz de transporte para petróleo e minerais, e muitos portos são ainda importantes centros de comércio. PESCA
Em todo o mundo se come peixe e marisco e inicialmente pequenos barcos eram usados na pesca local, em muitas regiões. Mas como a população humana cresceu, a pesca tornou-se um negócio de grandes dimensões. Grandes frotas de navios potentes trabalham agora no meio dos oceanos profundos, usando sistemas de alta tecnologia para localizar cardumes e os recolher do mar. O peixe é então processado e embalado a bordo, e depois é congelado para se manter fresco
Embarcação usada na Pesca do Bacalhau
Aquicultura
A pesca depende de a capacidade de reprodução ser mais rápida do que a captura. A taxa de reprodução de alguns peixes marinhos pode ser largamente aumentada através da sua cultura em tanques submersos. Isto alivia a pressão sobre o peixe selvagem, mas pode trazer problemas de poluição. Minerais do Mar Cerca de um terço das reservas mundiais conhecidas de petróleo e gás encontram-se sob mares costeiros. Extraí-los é difícil, perigoso e caro, mas o seu alto valor faz com que valha a pena. Areia e cascalho são também dragados do leito marinho, e há projectos para recolher mais minerais valiosos dos leitos oceânicos profundos, tais como nódulos de magnésio ricos e metal.
Turismo Para muitas pessoas, uma praia tropical ladeada de palmeiras é o mais parecido é o mais parecido que existe com o paraíso, e pagam bem para a desfrutar. Com a expansão das viagens aéreas o turismo tornou-se uma indústria importante em muitas ilhas outrora remotas como as Maldivas e o Havai. Para muitos, o turismo tornou-se na principal fonte de rendimentos.
October 27 Poluição das águasA poluição marinha
A degradação do meio marinho há já décadas que tem vindo a preocupar cientistas, pescadores, navegantes, mergulhadores e, de uma forma geral, todos os amigos do mar. As suas preocupações giram em torno da poluição. As causas são inúmeras: emissões industriais, águas residuais não tratadas, substâncias descarregadas pelos barcos, poluição proveniente dos rios, etc. A imensidão do problema é inegável: graças à pesca e à aquicultura marinha, o mar fornece 40% das proteínas consumidas na União Europeia. A preservação do equilíbrio ecológico marítimo é, pois, vital para o abastecimento alimentar da UE. Além disso, o mar é o cenário onde vivem e trabalham 70 milhões de cidadãos europeus, incluindo aqueles que, directa ou indirectamente, vivem da pesca, do turismo balnear e das actividades portuárias. Existem diversos tipos de poluição marinha: Substâncias químicas e metais pesados – Diversas regulamentações vieram pôr fim à maioria das descargas de substâncias perigosas nos rios e no mar. Os problemas que persistem devem-se, por um lado, ao não cumprimento da legislação e, por outro, ao peso do passado, pois os sedimentos marinhos contêm ainda metais pesados e resíduos de substâncias químicas actualmente proibidas (pesticidas organoclorados). Mas existem ainda outras substâncias químicas que inquietam actualmente os cientistas, tais como o tributilteno (tinta biocida anti-incrustação), os retardadores de chamas bromados ou as dioxinas. Eutrofização – Uma acumulação excessiva de nutrientes (nitratos e fosfatos) nos rios devido às escorrências dos campos agrícolas e às águas dos esgotos induz uma proliferação da flora aquática, a qual consome o oxigénio contido na água e coloca a vida aquática em perigo. Este fenómeno está na origem das marés vermelhas, verdes e castanhas. A principal causa do aumento destes nutrientes é a agricultura intensiva e o seu recurso sistemático aos fertilizantes, naturais ou químicos. Além disso, são várias as povoações que não fazem qualquer tratamento das suas águas residuais. Derrames acidentais de petróleo – As marés negras têm consequências nefastas e prolongadas no tempo. Infelizmente, a regulamentação sobre segurança marítima, em contínua evolução, jamais conseguirá impedir a 100% o risco de acidentes. Presentemente existe ainda outro risco: no mar do Norte, a proliferação de plataformas petrolíferas aumenta os riscos deste tipo de acidentes. Desgaseificações no mar – A poluição crónica com hidrocarbonetos, se bem que mais difusa e menos espectacular que as marés negras, é um fenómeno não menos inquietante. Principais responsáveis: as descargas no mar ordenadas por comandantes sem escrúpulos. Alguns estudos indicam que a quantidade de petróleo assim lançada para o mar é muito superior à de uma maré negra. O principal problema é a dificuldade não só em identificar os responsáveis mas também em levar a cabo acções judiciais. Resíduos nucleares imersos – Trata-se de uma questão sobre a qual pouco se conhece. Qual poderá ser o impacto ambiental de um aumento da radioactividade, como se verificou ao largo das centrais de La Hague (Normandia) e Sellafield (Cumbria), bem como no mar Báltico e no mar do Norte? Quais seriam os efeitos do aparecimento de fissuras nos cofres de betão que protegem os resíduos nucleares outrora lançados no mar? Poluição biológica – Na origem deste tipo de poluição encontra-se uma má gestão dos resíduos naturais, humanos e animais, que contêm bactérias. Geralmente, a fonte deste problema situa-se nas regiões do interior e a sua causa são as povoações que não tratam as suas águas residuais e as pastagens junto aos rios. Esta poluição ameaça particularmente a saúde dos banhistas e dos praticantes de desportos náuticos. Uma aplicação rigorosa da regulamentação relativa às águas balneares e à gestão das águas residuais seria suficiente para reduzir este risco. Resíduos sólidos – O lançamento para a água de embalagens de plástico e de alumínio, cordames sintéticos, filtros de cigarros e outros resíduos de materiais não biodegradáveis é sobretudo da responsabilidade dos utilizadores do mar. Pouco estudados, estes resíduos são de difícil quantificação, se bem que haja notícias regulares de algumas das suas consequências, como a sufocação de mamíferos marinhos ou a danificação das redes de pesca. A saúde do ambiente marinho é uma prioridade. October 16 Como tudo começou..Em Agosto de 2006
Boas.
Sou novato neste vicio da pesca. Após 2 saidas de barco, um batismo com um mar de $%&"#. apanhei o meu 1º peixe, um sargo seguido de uma quantidade razoavel de fanecas dois besugos etc.(trocava as fanecas pelos besugos que o meu irmão apanhou) Bom não foi mau para um principiante.
E fui sem ter prática nenhuma.
Segunda ida ao Mar saida ás 4.30 da manhã (nessa noite mais valia ter feito directa!!!)
Pois não consegui dormir por causa da ansiedade.
Já a bordo da embarcação Behur oiço alguem comentar que a esposa dele tinha dito que não se ia apanhar nada por ser noite de lua cheia.
Pensei cá para mim espero bem que não.
Após1 hora de viagem(ou mais) até chegar ao pesqueiro vai de preparar o material e começar a pescar. Onde estava o peixe? Bom nada. Bogas e Bogas,de repente vejo o meu irmão numa luta desenfreada com 2 pampos, com ajuda do xalavar lá os tiramos para bordo. Estavam ao grupo por isso lançei para ao pé deles a minha pesca. Certinho e direitinho ferraram 2 pampos depois é que foi complicado,pensei que me levavam a cana a mim sei lá,que luta..resultado : Um partiu o fio e fugiu, o outro com ajuda do xalavar lá o consegui trazer para bordo, ainda apanhei outro mas mais pequeno. Pelo que me dizem só lá para setembro é que vale pena ir outra vez. Bom eu ia já amanha mas não há bolsa que aguente.(Isto disse eu em Agosto de 2006) Ps.Estamos em Outubro 2007 e só falhei uns 4 ou 5 fins de semana eheh.
|
|||||
|
|