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    October 27

    Poluição das águas

    A poluição marinha

    A degradação do meio marinho há já décadas que tem vindo a preocupar cientistas, pescadores, navegantes, mergulhadores e, de uma forma geral, todos os amigos do mar. As suas preocupações giram em torno da poluição. As causas são inúmeras: emissões industriais, águas residuais não tratadas, substâncias descarregadas pelos barcos, poluição proveniente dos rios, etc.

    A imensidão do problema é inegável: graças à pesca e à aquicultura marinha, o mar fornece 40% das proteínas consumidas na União Europeia. A preservação do equilíbrio ecológico marítimo é, pois, vital para o abastecimento alimentar da UE. Além disso, o mar é o cenário onde vivem e trabalham 70 milhões de cidadãos europeus, incluindo aqueles que, directa ou indirectamente, vivem da pesca, do turismo balnear e das actividades portuárias.

    Existem diversos tipos de poluição marinha:

    Substâncias químicas e metais pesados – Diversas regulamentações vieram pôr fim à maioria das descargas de substâncias perigosas nos rios e no mar. Os problemas que persistem devem-se, por um lado, ao não cumprimento da legislação e, por outro, ao peso do passado, pois os sedimentos marinhos contêm ainda metais pesados e resíduos de substâncias químicas actualmente proibidas (pesticidas organoclorados). Mas existem ainda outras substâncias químicas que inquietam actualmente os cientistas, tais como o tributilteno (tinta biocida anti-incrustação), os retardadores de chamas bromados ou as dioxinas.

    Eutrofização – Uma acumulação excessiva de nutrientes (nitratos e fosfatos) nos rios devido às escorrências dos campos agrícolas e às águas dos esgotos induz uma proliferação da flora aquática, a qual consome o oxigénio contido na água e coloca a vida aquática em perigo. Este fenómeno está na origem das marés vermelhas, verdes e castanhas. A principal causa do aumento destes nutrientes é a agricultura intensiva e o seu recurso sistemático aos fertilizantes, naturais ou químicos. Além disso, são várias as povoações que não fazem qualquer tratamento das suas águas residuais.

    Derrames acidentais de petróleo – As marés negras têm consequências nefastas e prolongadas no tempo. Infelizmente, a regulamentação sobre segurança marítima, em contínua evolução, jamais conseguirá impedir a 100% o risco de acidentes. Presentemente existe ainda outro risco: no mar do Norte, a proliferação de plataformas petrolíferas aumenta os riscos deste tipo de acidentes.

    Desgaseificações no mar – A poluição crónica com hidrocarbonetos, se bem que mais difusa e menos espectacular que as marés negras, é um fenómeno não menos inquietante. Principais responsáveis: as descargas no mar ordenadas por comandantes sem escrúpulos. Alguns estudos indicam que a quantidade de petróleo assim lançada para o mar é muito superior à de uma maré negra. O principal problema é a dificuldade não só em identificar os responsáveis mas também em levar a cabo acções judiciais.

    Resíduos nucleares imersos – Trata-se de uma questão sobre a qual pouco se conhece. Qual poderá ser o impacto ambiental de um aumento da radioactividade, como se verificou ao largo das centrais de La Hague (Normandia) e Sellafield (Cumbria), bem como no mar Báltico e no mar do Norte? Quais seriam os efeitos do aparecimento de fissuras nos cofres de betão que protegem os resíduos nucleares outrora lançados no mar?

    Poluição biológica – Na origem deste tipo de poluição encontra-se uma má gestão dos resíduos naturais, humanos e animais, que contêm bactérias. Geralmente, a fonte deste problema situa-se nas regiões do interior e a sua causa são as povoações que não tratam as suas águas residuais e as pastagens junto aos rios. Esta poluição ameaça particularmente a saúde dos banhistas e dos praticantes de desportos náuticos. Uma aplicação rigorosa da regulamentação relativa às águas balneares e à gestão das águas residuais seria suficiente para reduzir este risco.

    Resíduos sólidos – O lançamento para a água de embalagens de plástico e de alumínio, cordames sintéticos, filtros de cigarros e outros resíduos de materiais não biodegradáveis é sobretudo da responsabilidade dos utilizadores do mar. Pouco estudados, estes resíduos são de difícil quantificação, se bem que haja notícias regulares de algumas das suas consequências, como a sufocação de mamíferos marinhos ou a danificação das redes de pesca.

    A saúde do ambiente marinho é uma prioridade.

    October 16

    Como tudo começou..

    Em Agosto de 2006
     
    Boas.
    Sou novato neste vicio da pesca.Boca aberta 
    Após 2 saidas de barco, um batismo com um mar de $%&"#.Piscadela
    apanhei o meu 1º peixe, um sargo seguido de uma quantidade razoavel de fanecas dois besugos etc.(trocava as fanecas pelos besugos que o meu irmão apanhou)Boca aberta
    Bom não foi mau para um principiante.
    E fui sem ter prática nenhuma.Pensativo 
    Segunda ida ao Mar saida ás 4.30 da manhã (nessa noite mais valia ter feito directa!!!)Zangado
    Pois não consegui dormir por causa da ansiedade.
    Já a bordo da embarcação Behur oiço alguem comentar que a esposa dele tinha dito que não se ia apanhar nada por ser noite de lua cheia.Ameaçador
    Pensei cá para mim espero bem que não.Sorriso 

    Após1 hora de viagem(ou mais) até chegar ao pesqueiro vai de preparar o material e começar a pescar.
    Onde estava o peixe? Bom nada.Zangado
    Bogas e Bogas,de repente vejo o meu irmão numa luta desenfreada com 2 pampos, com ajuda do xalavar lá os tiramos para bordo.
    Estavam ao grupo por isso lançei para ao pé deles a minha pesca.
     
    Certinho e direitinho ferraram 2 pampos depois é que foi complicado,pensei que me levavam a cana a mim sei lá,que luta..resultado :
    Um partiu o fio e fugiu, o outro com ajuda do xalavar lá o consegui trazer para bordo,
    ainda apanhei outro mas mais pequeno.
    Pelo que me dizem só lá para setembro é que vale pena ir outra vez.
    Bom eu ia já amanha mas não há bolsa que aguente.(Isto disse eu em Agosto de 2006)
     
    Ps.Estamos em Outubro 2007 e só falhei uns 4 ou 5 fins de semana eheh.
     
    behur